– O senador Cássio enfrenta questões do próprio partido. O PSDB pretende lançar candidatura e isso tem que ser bem construído. O partido não quer colocar Cássio em situação difícil. Apesar da minha ligação de mais de 30 anos com o grupo, o apoio a minha pré-candidatura dependerá da definição se o PSDB terá ou não candidatura própria à vice-governança ou ao próprio Senado – destacou Rômulo.
O partido presidido por Rômulo Gouveia no Estado deverá manter o apoio à pré-candidatura de Ricardo Coutinho, já que Gilberto Kassab deixou livre a posição tomada pela legenda nas eleições da Paraíba.
– O partido terá uma posição nacional, mas existem especificidades. Vamos eleger ou manter a mesma bancada com 57 deputados federais, temos representação com dois senadores, mas o presidente Kassab me deixou à vontade aqui na Paraíba. Tenho um aval total para caminhar e definir a posição do partido – reforçou o vice-governador.
Em Campina Grande alguns políticos ligados ao grupo Cunha Lima também defendem a manutenção da aliança e, consequentemente, a reeleição de RC como é o caso da vereadora Ivonete Ludgério (PSB).
O fato é que o futuro político do vice-governador pode depender da manutenção ou rompimento da aliança entre PSDB e PSB. Isso porque, se a aliança for mantida, o vice-governador terá mais chances de levar adiante o seu projeto de disputar uma vaga no Senado em 2014. Entretanto, caso os tucanos optarem pela candidatura própria, lançando CCL na cabeça da chapa majoritária, a situação se complica para Rômulo. Tudo porque o candidato de Cássio ao senado éCícero Lucena.




