A data foi criada em homenagem aos franceses Ghislaine Dupont e Claude Verlon, da Rádio França Internacional (RFI), que foram assassinados em 2 de novembro de 2013, no Mali.
Segundo as Nações Unidas, em 2024 e 2025, 189 jornalistas foram assassinados em todo o mundo, o maior número registrado desde o biênio 2014/2015. A maior parte das mortes foi em zonas de conflito.
A presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro, afirma que é preciso exigir dos governos que investiguem e processem os responsáveis por crimes contra jornalistas e que o assassinato de qualquer jornalista é inaceitável.
“A campanha da Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) este ano pergunta: Quem ordenou o assassinato? Quem Planejou? Quem é o responsável final? Essas são perguntas que não podem ficar sem resposta”, diz.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br



